Fatos Masculinos

Estresse Causas, Sintomas, Efeitos, Tipos e Tratamento

controlando o estresse

A definição mais pura do estresse, nada mais é do que uma tensão emocional / mental que pode ser causada por diversas circunstâncias de nosso cotidiano.

Muito comumente, seja cedo ou tarde, a maioria dos seres humanos precisam lidar com o estresse.

De fato, um estudo descobriu que 33% dos adultos relataram altos níveis de estresse percebido.

Esta condição clínica é considerada grave, dependendo das circunstâncias e está associada a uma longa lista de sintomas mentais e físicos.

Neste conteúdo de hoje, iremos entender os principais sinais e sintomas comuns de estresse.

  1. Acne

Uma das formas mais comuns de manifestação do estresse é a acne.

Em alguns indivíduos que estão tendo crises de estresse, eles costumam tocar seus rostos com uma frequência maior.

Esse fator manual, pode espalhar várias bactérias que contribuem no desenvolvimento da acne.

Vários estudos também confirmaram que a acne pode estar associada a níveis mais elevados de estresse.

Um estudo mediu a gravidade da acne em 22 pessoas antes e durante um exame.

Aumento dos níveis de estresse como resultado do exame foram associados com maior gravidade da acne.

Um outro estudo que foram consultadas 94 adolescentes, ficou constatado que níveis elavados de estresse estavam associados a um pior nível de acne, especialmente em homens.

Esse estudo é muito importante e mostra a associação da acne com o estresse, mas infelizmente não levam em conta outros fatores importantes, envolvidos nesta questão.

Mais pesquisas são necessárias para analisar a relação entre acne e estresse.

Não podemos esquecer que a acne pode ser originada de outros fatores, tais como:

  • Fatores hormonais;
  • Bactérias;
  • Poros bloqueados e excesso de produção de óleo nos poros da pele.

Para resumirmos, alguns estudos conseguiram descobrir que níveis elevados do estresse, pode estar associado ao aumento da quantidade e a gravidade da acne.

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  1. Dores de cabeça

Diversos estudos, deixaram claro que o estresse pode ser um grande responsável pelas dore de cabeça.

Foi realizado um estudo onde 267 que tinham indícios de cefaleias crônicas.

Ficou constatado então, que o eventos estressantes que antecederam os exames dos voluntários, foram responsáveis pelo desenvolvimento de cefaleias crônicas em cerca de 45% dos casos examinados.

Não para por aí. Um estudo de menor amplitude, fora realizado e identificou que o aumento da intensidade do estresse, estava ligado ao aumento do número de dias com dores de cabeça.

Um outro estudo, realizado com a participação de 150 membros do serviço militar em uma clínica especialista em dores de cabeça, conseguiu perceber que 67% das dores de cabeças dessas pessoas, foram desencadeadas por conta do estresse.

A falta de sono, uso de álcool regular e a desidratação, também são responsáveis por desencadear dores de cabeça.

De forma resuminda, o estresse é uma arma para ativar as dores de cabeça.

Fique ciente, que vários estudos – como comentados anteriormente – comprovam que as dores de cabeça estão associadas ao estresse.

Conteúdo complementar indispensável: Enxaqueca – tudo que você precisa saber sobre o assunto.

  1. Dor Crônica

As dores são uma queixa comum que pode resultar sim, no aumento dos níveis do estresse de uma pessoa.

Estudos comprovam que níveis elevados de estresse no dia de uma pessoa, estão fortemente associados com os níveis de dores em um único dia.

Para esta descoberta, foi feito um estudo com 37 adolecentes que participaram desses testes e ajudaram na constatação deste problema associado do estresse com as dores cotidianas.

Outros estudos comprovaram que a dor crônica está fortemente associada com o aumento dos níveis do hormônio cortisol.

Para exemplificar, foi realizado um estudo comparativo, onde 16 pessoas com dor lombar crônica.

Foi descoberto que pessoas com dores lombares crônicas tinham um nível mais elevado de cortisol.

Em outros estudos, ficou comprovado que pessoas com dores crônicas, tinham níveis avantajados de cortisol em seus cabelos, isso é um forte indicador de estresse prolongado.

É extremamente importante, que ressaltemos o fato de que os estudos mostram associações, mas não verificam sempre, outros fatores que possam estar envolvidos.

Vale comentar, que não há comprovação clara de que o estresse possa vir a contribuir com a dor crônica e vice-versa, ou até que aja algum outro fator que cause ambos.

Muitos outros fatores, podem vir a contribuir com a dor crônica,

Alguns outros fatores, além do estresse, podem contribuir para a causa da dor crônica, algumas dessas condições são:

  • O envelhecimento;
  • Danos nos nervos;
  • A má postura e outros.

De forma resumida, alguns estudos constataram que a dor crônica pode estar ligada aos altos níveis de estresse, assim como o aumento dos níveis do hormônio cortisol.

  1. Doença frequente

Se você notar que resfriados vivem te perseguindo, o alto nível de estresse pode ser o culpado desses sintomas.

É comprovado que o estresse diminui o sistema imunológico, causando uma certa suscetibilidade a contágios e infecções.

Em um estudo, 61 idosos foram injetados com a vacina contra a gripe.

Aqueles com estresse crônico foram encontrados para ter uma resposta imunológica enfraquecida para a vacina, indicando que o estresse pode estar associado à diminuição da imunidade.

Um outro estudo foi feito e nele participaram cerca de 235 adultos, esses foram divididos em 2 grupos, grupo A do estresse baixo e o grupo B com níveis mais altos de estresse.

O período de 6 meses foi necessário para poder chegar a uma conclusão e ficou constatado que o grupo com maior nível de estresse conseguiram se infectar cerca de 70% mais em termos de ifecções respiratórias e ainda tiveram mais 61% a mais em tempo, dos sintomas causados por infecções do que o outro grupo A, que tinham pessoas com menores níveis do estresse.

Ainda fora comprovado, em uma análise de 27 estudos, que o estresse está ligado ao aumento significativo da susceptibilidade de desenvolver uma infecção respiratória superior.

Apesar de vários estudos tenham sido feitos para chegar a estas conclusões, ainda não é claro para os especialistas toda esta questão e ainda precisam ser feitos vários estudos neste sentido, para que seja literalmente comprovado a conexão entre a imunidade e o estresse de um indivíduo.

Entretanto, o estresse é apenas a ponta do iceberg, existem vários outros fatores que estão ligados à saúde imunológica de uma pessoa.

Uma dieta pobre, falta de atividade física, alguns distúrbios de imunodeficiência, tais como: leucemia e mieloma múltiplo, podem ser os causadores de um sistema imunológico enfraquecido.

De forma resumida, o sistema imunológico pode ser prejudicado pelo estresse.

Alguns estudos deixaram claro que o aumento da sucetibilidade à infecções, pode estar ligado diretamente ao estresse.

  1. Diminuição de energia e insônia

Uma pessoa que possui níveis diminuídos de energia e uma fadiga considerada crônica, pode ter esses problemas por conta do estresse.

Para comprovação desta afirmação, um estudo feito com 2.483 pessoas, ajudou a descobrir que o cançaso / fadiga está fortemente associado ao aumentos dos níveis de estresse de uma pessoa.

O estresse também pode atrapalhar o sono e causar insônia, o que pode levar a uma baixa energia.

Um outro pequeno estudo descobriu ainda que altos níveis de estresse que foram relacionados ao trabalho, tiravam o sono e deixavam esses indivíduos com uma inquietação na hora de dormir, causando assim a insônia.

Outro estudo de 2.316 participantes mostrou que experimentar um número maior de eventos estressantes estava significativamente associado a um risco aumentado de insônia.

Os estudos comentados mostram uma ligação, mas não explicam outros fatores que podem ter desempenhado um papel importante nessas causas.

Mais pesquisas são necessárias para determinar se o estresse pode causar diretamente diminuição dos níveis de energia.

Existem obviamente outros fatores que estão ligados fortemente a diminuição dos níveis de energia de uma pessoa, tais como:

  • Baixa de açúcar no sangue;
  • Desidratação;
  • Tireóide hipoativa;
  • Dieta pobre em nutrientes e alguns outros fatores comuns.

De forma resumida, o estresse está ligado ao cançado, a fadiga e as interrupções do sono, o que resulta em uma constância de diminuição de energia em um indivíduo.

  1. Mudanças na libido

Durante períodos estressantes é bem comum que pessoas tenham problemas com seus impulsos sexuais, podento ter até uma disfunção sexual.

Para constatar esta tese e exemplificar, um estudo foi realizado em 30 mulheres, no intuito de avalir os níveis de estresse, logo em seguida, foram meidos os índices de excitação enquanto elas assistiam filmes eróticos.

Aquelas mulheres com altos níveis de estresse, considerados crônicos, ficaram menos excitadas do que àquelas que não tinham níveis de estresse tão altos quanto o outro grupo de mulheres.

Um outro estudo, ajudou a comprovar e constatar que os níveis elevados de estresse estavam ligados aos níveis mais baixos da atividade e satisfação sexual de um indivíduo.

Este estudo, realizou um estudo em cerca de 103 mulheres para poder chegar a esta conclusão.

Em outro período, um novo estudo fez uma análise em cerca de 339 médicos residentes.

Este estudo, relatou que os níveis de estresse tiveram impacto direto negativo, nos níveis de desejo sexual dos médicos analisados, além da satisfação e excitação sexual.

Se tratando de alterações na libido, existem outros fatores que contrubuem para sua diminuição, tais como:

  • Fadiga e o caçaso;
  • Causas psicológicas;
  • Alterações hormonais e outros problemas.

De forma resumida, estudos comprovam a ligação direta entre menos desejo sexual, exitação e satisfação do sexo com altos níveis de estresse de um inivíduo.

Leitura complementar para homens: Reposição hormonal masculina – saiba como funciona e como é a forma correta de repor os hormônios em homens.

  1. Questões Digestivas

Os problemas digestivos podem estar também, ligados aos níveis de estresse de um indivíduo.

Problemas tais como: diarreia e a constipação, podem ser alguns indícios de alto nível de estresse.

Por exemplo, um estudo analisou 2.699 crianças e descobriu que a exposição a eventos estressantes estava associada a um aumento do risco de constipação.

Problemas tais como:

  • Síndrome do intestino irritável;
  • Doença inflamatória intestinal.

Podem ser afetados pelos estresse, principalmente nesses casos citados anteriormente.

É importante que saibamos que estes problemas são caraceterizados por inchaços, dores no estômago, constipação e diarreia.

Em um estudo feito em 181 mulheres com síndrome do intestino irritável, houve a constatação de que o desconforto intestinal estava sendo causado também pelo estresse e que os problemas intestinais estavam ligados com esta condição tanto física quanto psicológica.

Outras análises foram realizas em 18 estudos distintos, o intuito era investigar o papel do estresse na doença inflamatória intestinou.

Durante essas análises ficou comprovado que 72% dos estudos, associavam os sintomas digestivos e o estresse.

Embora esses estudos mostrem uma associação, são necessários mais estudos para verificar como o estresse pode afetar diretamente o sistema digestivo.

Indo além, é importante que você saiba que vários outros fatores podem ser os causadores dos problemas digestivos, os principais fatores comuns são:

  • Níveis relativos de atividade física;
  • Desidratação;
  • Ifecções;
  • Alguns medicamentos;
  • Dietas mal elaboradas e praticadas.

De forma resumida, estudos sérios foram capazes de descobrir que o estresse pode ser associado sim, com problemas digestivos, tais como a diarreia e a constipação, especialmente em indivíduos que possuam distúrbios digestivos.

  1. Mudanças de apetite

Mudanças no apetite são comuns durante períodos de estresse.

Quando você se sentir estressado, você pode se encontrar sem apetite ou invadindo a geladeira no meio da noite.

Um estudo de estudantes universitários descobriu que 81% relataram que experimentaram mudanças no apetite quando estavam estressados.

Destes, 62% apresentaram aumento do apetite, enquanto 38% apresentaram diminuição.

Em um estudo com 129 pessoas, a exposição ao estresse foi associada a comportamentos como comer sem estar com fome.

Essas mudanças no apetite também podem causar flutuações no peso durante períodos estressantes.

Por exemplo, um estudo de 1.355 pessoas descobriu que o estresse estava associado ao ganho de peso em adultos com sobrepeso.

Embora esses estudos mostrem uma associação entre estresse e alterações no apetite ou peso, mais estudos são necessários para entender se outros fatores estão envolvidos.

Outras possíveis causas das alterações do apetite incluem o uso de certos medicamentos ou drogas, alterações hormonais e condições psicológicas.

RESUMO: estudos mostram que pode haver uma associação entre mudanças nos níveis de apetite e estresse.

Para alguns, níveis mais altos de estresse também podem estar associados ao ganho de peso.

Conteúdo indispensável: Conheça 25 alimentos que são afrodisíacos naturais.

  1. Depressão

Alguns estudos sugerem que o estresse crônico pode contribuir para o desenvolvimento da depressão.

Um estudo com 816 mulheres com depressão maior descobriu que o início da depressão estava significativamente associado tanto ao estresse agudo quanto ao crônico.

Outro estudo realizado em 240 adolecentes descobriu que altos níveis de estresse estavam associados a níveis mais altos de sintomas depressivos.

Além disso, um estudo de 38 pessoas com depressão maior não-crônica descobriu que eventos estressantes da vida estavam significativamente associados a episódios depressivos.

Lembre-se de que esses estudos mostram uma associação, mas não necessariamente significa que o estresse cause depressão.

Mais pesquisas são necessárias sobre o papel do estresse no desenvolvimento da depressão.

Além do estresse, outros potenciais contribuintes para a depressão incluem história familiar, níveis hormonais, fatores ambientais e até mesmo certos medicamentos.

RESUMO: alguns estudos descobriram que altos níveis de estresse podem estar associados a depressão e episódios depressivos.

  1. Batimentos Cardíacos Rápidos

Aumento da frequência cardíaca e batimentos cardíacos acelerados, podem ser alguns dos sintomas de altos níveis do estresse.

Um estudo foi realizado, no intuito de medir de forma reativa, a frequência cardíaco em resposta aos eventos não-estressantes e estressantes, este estudo foi capaz de constatar que a frequência cardiovascular foi maior durante condições estressantes.

Um outro estudo foi realizado em 133 adolescentes, este constatou que uma tarefa estressante pode sim causar o aumento da frequência cardíaca.

Para exemplificar ainda mais e deixar tudo mais claro, um outro estudo bem similar, conseguiu descobrir que 87 alunos colocados em tarefas estressantes conseguiam ter suas frequências cardíacas aumentadas, assim como a pressão arterial.

De forma curiosa, tocar música durante a realização dessas tarefas, conseguia não só acalmar essas pessoas que participaram dos testes, como diminuiu suas frequências cardíacas e pressão arterial.

Saiba que um batimento cardíaco considerado acelerado pode também ser causado por:

  • Pressão alta;
  • Doenças da tireoide;
  • Ingestão de grandes quantidades de bebidas alcoólicas ou cafeinadas;
  • Além de certas condições cardíacas comuns.

De forma resumida, diversos estudos já conseguiram demonstrar e comprovar que os altos níveis de estresse aumentam a frequência cardíaca e podem acelerar os batimentos cardíacos de um indivíduo.

Saiba que tarefas ou eventos estressantes podem causar estes aumentos repentinos de frequência cardíaca e dos batimentos do coração.

Leitura complementar: Hipertensão arteiral – saiba as causas, sintomas e os melhores tratamentos.

  1. Suando

Quando um indivíduo possui índices de estresse alto, ele pode ter também o que conheçemos como: sudorese excessiva.

Um pequeno estudo analisou 20 pessoas com hiperidrose palmar, uma condição caracterizada pelo excesso de suor nas mãos.

O estudo avaliou a taxa de sudorese ao longo do dia, utilizando uma escala de 0 a 10.

O estresse e o exercício aumentaram significativamente a taxa de sudorese em dois a cinco pontos naqueles com hiperidrose palmar, bem como no grupo controle.

Um novo estudo conseguiu identificar que altos índices de estresse em uma pessoa, resultam em altos níveis de suor, além das alterações no odor do corpo, este estudo foi realizado em 40 adolescentes.

O excesso de suor também pode ser um fator ocasionado pela:

  • Ansiedade;
  • Uso de certos medicamentos;
  • Condições da tireóide;
  • Exaustão pelo calor.

De forma resumida, alguns estudo realizados, conseguiram comprovar que o estresse pode causar sim o aumento da sudorese, tanto para pessoas que possuem a sudorese, como também naquelas que tinham hiperidrose palmar, além do resto da população.

Conclusão

Em um período ou outro, todos nós sentimos estresse, este é um problema comum do nosso cotidiano.

Saiba que este problema pode afetar vários problemas da saúde de um indivíduo, além de possui uma ampla gama de sintomas constatados, incluindo:

  • A redução dos níveis de energia;
  • Dores de cabeça;
  • Dores crônicas;
  • Problemas digestivos;
  • Problemas cardíacos e outros.

Ainda bem que você conseguiu ler todo este conteúdo e sabe que existem várias formas de aliviar o estresse, tais como:

  • Praticar exercícios físicos;
  • Escutar música que nos faz sentir bem;
  • Fazer yoga e outras medidas.

Além disto, existem hoje medicamentos que ajudam a combater esta questão e queremos deixar um site onde vende este medicamento para que você possa usá-lo e consiga curar o problema de forma muito mais simples.

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Diego Brasileiro

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Sobre o autor

Olá! Me chamo Rodolfo Medeiros e atualmente estudo a mente humana. Sou formado em psicologia e tenho me dedicado a entender comportamentos humanos específicos, a sexualidade e outros temas que iremos abordar aqui. Seja sempre muito bem-vindo aos Fatos Masculinos.

Sobre o Escritor:

Diego Brasileiro

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